quinta-feira, 25 de janeiro de 2024

 

O Movimento de Teatro de Rua de São Paulo – MTR, organizador da mostra, planeja receber uma programação bastante diversificada e atuar de maneira descentralizadas em diversas regiões da capital.

 As inscrições para grupos itinerantes ou não que atuam em todo o território brasileiro estão abertas até as 23h59 do dia 31/01/2024 e podem ser realizadas acessando o link: https://biolink.info/mtr-sp. Serão selecionados 17 espetáculos que tragam as mais diversas linguagens criadas para acontecer em espaços públicos, abertos como ruas, praças e parques.

A Lino Rojas é um símbolo de resistência que consegue representar a essência da prática de atuação de muitos grupos de Teatro de Rua e do próprio MTR, as apresentações acontecem tanto em espaços públicos centrais e simbólicos da capital, quanto em espaços que pertencem aos territórios de atuação de companhias das mais diversas regiões da cidade, isso contribui para a construção de um circuito itinerante próprio, descentralizado fortalecendo os coletivos e chegando a uma parcela da população que tem pouca ou nenhum contato com a arte. O Teatro de rua tem esse poder de chegar nos mais diversos locais com ou sem estrutura e se apresentar com a mesma força poética, questionadora, viva e verdadeira que são marcas dessa linguagem. 

Conseguimos ter uma dimensão da potência e da importância da Mostra Lino Rojas olhando para as edições anteriores que conseguem apresentar um diagnóstico bastante plural das produções e coletivos que atuam no Brasil, as programações contaram com grupos iniciantes ao lado de outros já consagrados e reconhecidos na linguagem. A produção da Mostra, feita sempre por diversas mãos por trabalhadoras e trabalhadores da cultura se diferencia pela configuração da programação que garante o intercâmbio e espaço de trocas formais e informais entre as companhias participantes. São raros os festivais da atualidade que se propõe nesse formato que favoreça além do encontro da arte com o público, o encontro entre artistas. Os fazedores de teatro de rua carregam histórias de relação com suas comunidades, suas atuações nas mais diversas regiões, com as mais diversas linguagens que essa arte possibilita. O intercâmbio entre essas pessoas alimenta, promove troca, constrói caminhos, aproxima as distâncias e floresce a arte de Rua.

Amir Haddad, Cesar Vieira, Movimento Escambo, Movimento de Teatro Popular de Pernambuco, Clóvis Garcia e Nega Zilda, Grupo Vento Forte, Ilo Krugli e o próprio MTR, essas foram algumas das homenagens prestadas em outras edições da Lino, o que aponta uma identidade e respeito a ancestralidade, pessoas e coletivos que fazem parte da história das artes de rua em nosso país, e para essa edição que marca a retomada desse evento tão importante para a arte e cultura do estado de são Paulo, a escolha foi por celebrarmos as mulheres do teatro de rua, enaltecendo e pontuando a importância de grandes nomes que fizeram e fazem parte dessa arte e que mesmo nos dias atuais em que se discute e luta tanto pelas causas feministas ainda são invisibilizadas e muitas vezes esquecidas nos grandes eventos.

Essa edição da Mostra é realizada pelo MTR/SP - Movimento de Teatro de Rua de São Paulo, e assim como em outras edições conta com o apoio da SMC - Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo sendo viabilizada pela CPT - Cooperativa Paulista de Teatro. Contamos também com o apoio da mandata coletiva Quilombo Periférico, que compreende a importância da mostra para cidade de São Paulo, e apoia a luta de artistas para a criação de politicas publicas para a arte de rua

Maiores informações, inscrição e demais atividades da Mostra e do MTR segue lá:

https://www.instagram.com/teatroderua_sp/

 

Foto Luis Valente


 Sobre a Mostra

A Mostra de Teatro de Rua Lino Rojas acontece na cidade de São Paulo desde 2006, indo em 2024 para sua décima sexta edição. Uma realização do MTR/SP - Movimento de Teatro de Rua de São Paulo, e em todas as edições contou com o co-patrocínio da SMC - Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo sendo viabilizada institucionalmente e juridicamente pela CPT - Cooperativa Paulista de Teatro, cuja boa parte dos articuladores do MTR são associados. Por um bom tempo a mostra tinha rubrica orçamentária garantida no orçamento da cidade de São Paulo, pois a gestão pública compreendia a importância e competência do MTR/SP e da Mostra Lino Rojas em estreitar relações do poder público com a cidade e seus moradores.

Como registro histórico, a mostra produziu diversas edições da revista ‘Arte e resistência”, além de ser citada em várias edições da revista Rebento da Unesp, se tornando relevante para o registro acadêmico e histórico dos coletivos de teatro de rua municipais, estaduais e nacionais, servindo de inspiração para a criação de outras mostras de teatro de rua em outros estados brasileiros.

Com as mudanças de gestões, formas de parcerias e diminuição de subsídios, a Mostra Lino Rojas resistiu, mesmo se adaptando a diversos formatos e estruturas de trabalho, muitas vezes precarizadas. Este processo se agravou na pandemia de COVID que aconteceu entre os anos 2019-2021, onde o movimento permaneceu com a mostra em formato online como forma de resistência e permanência a sua regularidade anual. Após a pandemia, este será nosso primeiro encontro presencial, que reforçará as relações entre os grupos e os diversos públicos das regiões municipais, fortalecendo os processos de criação, manutenção, preservação e circulação de espetáculos e processos formativos de companhias que foram extremamente afetadas pela pandemia.

Este projeto também é importante pelo retorno da parceria entre o MTR/SP junto com a SMC, neste atual contexto histórico de criações de leis emergenciais, que fortalecem os circuitos culturais da cidade de São Paulo. Acreditamos que realizar uma mostra que ocupa as praças das 5 regiões da cidade de São Paulo, com 17 espetáculos e ações formativas públicas e gratuitas potencializará o diálogo existente entre SMC e regiões descentralizadas da cidade. Dentro de um contexto de reclusão social imposta pela pandemia, o teatro de rua é de extrema importância para a retomada do convívio social coletivo como uma ótima ferramenta de política pública, utilizando a cultura como uma forte aliança da sociedade com a cidade e seus cotidianos. Cabe ressaltar, que o Teatro na Rua, para Rua e com a Rua produzido por grupos artísticos multifacetados, visa ocupar o espaço público das 5 regiões da cidade, a fim de dar visibilidade para as produções existentes, bem como, democratizar o acesso às artes cênicas.

 

Foto Antônio Sobreira

             Mostra Lino Rojas - 1ª Edição /2006: Realizado na galeria Olido, Centro Cultural Arte em Construção e na Praça do Patriarca, local onde aconteceu apresentações de grupos selecionados por edital, no período de segunda a sexta, atingindo um público estimado de onze mil pessoas. Projeto realizado em parceria com a SMC - Secretaria Municipal de Cultura, Cooperativa Paulista de Teatro, SPTrans, CET e Funarte.

             Mostra Lino Rojas - 2ª Edição / 2007-  Homenagem a Amir Haddad:  Realizado no Centro Cultural Arte em Construção e na Praça do Patriarca, local onde aconteceram 20 apresentações de grupos selecionados por edital.  Projeto realizado em parceria com Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, Ministério da Cultura,  FUNARTE, Cooperativa Paulista de Teatro, Instituto Pombas Urbanas, Commune Coletivo Teatral e Instituto Tá na Rua.

             Mostra Lino Rojas - 3ª Edição /2008 - Homenagem a César Vieira e TUOV:  Realizado na Praça do Patriarca, onde ocorreu 20 apresentações de grupos selecionados por edital, sob curadoria de Alexandre Mate e Romualdo Bacco. Contou com o Co-patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo; apoio do Ministério da Cultura; da Secretaria de Estado da Cultura, da Cooperativa Paulista de Teatro, Coordenadoria da Juventude da Secretaria e Participação e Parceira do Município de São Paulo; Aprendizes da Capela; e Sindicato dos Comerciários;

             Mostra Lino Rojas - 4ª Edição /2009 - Homenagem ao Movimento Escambo Popular Livre de Rua: Realizado no Vale do Anhangabaú. Realizada com patrocínio do Movimento de Teatro de Rua de São Paulo, co-patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo; e apoios institucionais da Cooperativa Paulista de Teatro, Coordenadoria da Juventude da Secretaria de Participação e Parceira do Município de São Paulo, Sindicato dos Comerciários

             Mostra Lino Rojas - 5º Edição /2010- Homenagem ao Movimento de Teatro Popular de Pernambuco/ MTPE: Realizado no Teatro Studio 84, nas esquinas da Rua Teodoro Baima com a Rua da Consolação em frente ao Teatro de Arena. Realizada com patrocínio do Movimento de Teatro deRua de São Paulo, Co-patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, Funarte e apoios institucionais da Cooperativa Paulista de Teatro, Sindicato dos Comerciários, e Restaurante Vegetariano Apfel.

             Mostra Lino Rojas - 6ª edição/2011 - Homenagem ao Grupo Vento Forte e a Ilo Krugli: Realizado na Praça do Patriarca e no SESC Pinheiros, com patrocínio do Movimento de Teatro de Rua de São Paulo; Co-patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo; Funarte e apoios institucionais da Cooperativa Paulista de Teatro; Sindicato dos Comerciários e Restaurante Vegetariano Apfel.

             Mostra Lino Rojas - 7ª edição/2012 - Fomento as Artes Públicas - Homenagem a Clóvis Garcia e Nega Zilda: Realizado na Praça do patriarca e Cidade Tiradentes com o patrocínio do Movimento de Teatro de Rua de São Paulo, Co-patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, e apoios institucionais da Cooperativa Paulista de Teatro, Sindicato dos Comerciários.

             Mostra Lino Rojas - 8ª edição/2013 - Homenagem ao 10 anos de existência do Movimento de Teatro de Rua em São Paulo (MTR): Foi realizado o I Encontro Estadual de Teatro de Rua no CDC Vento Leste, Centro Cultural Arte em Construção e Praça do Patriarca. Com o Co-patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, e apoios institucionais da Cooperativa Paulista de Teatro



quarta-feira, 1 de novembro de 2023

Com apoio do Galpão da Lua, Presidente Prudente recebe a peça 180 Dias de Inverno, inspirado em texto biográfico de Nuno Ramos, e que coloca em cena os medos e as angústias de cuidar de alguém doente

 Com direção de Nando Motta, a peça mistura diversas linguagens como dança, teatro, instalação e vídeo mapping para acompanhar a trajetória do personagem ao lado da esposa com depressão severa e seu eminente cansaço. O trabalho já circulou por diversas cidades do Brasil e foi visto por mais de 120 mil pessoas


Foto: Samuel Mendes

O espetáculo se apresenta no Teatro Paulo Roberto Lisboa de 1º a 03 de novembro. O grupo também fará ensaios abertos para estudantes e ministrará a Oficina Cena Digital. Todas as atividades são gratuitas.


Ao longo de doze anos em cartaz, 180 Dias de Inverno, do Coletivo Binário, já foi visto por mais de 120 mil pessoas e passou por diversos festivais e cidades no Brasil, como São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Sorocaba, Piracicaba, Itabira, São José dos Campos entre tantas outras. Inspirada no texto Minha Fantasma, escrito pelo pintor, desenhista, escultor, escritor, cineasta, cenógrafo e compositor Nuno Ramos, com dramaturgia de Antonio Hildebrando, a peça se apresenta em Presidente Prudente, entre os dias 1º e 03 de novembro, de quarta a sexta, às 20h, no Teatro Paulo Roberto Lisboa (R. Quintino Bocaiúva, 749 - Vila Marcondes, Pres. Prudente - SP). O Coletivo também faz ensaios abertos para estudantes da rede pública no dia 01 de novembro e oferece a Oficina Cena Digital. Todas as atividades são gratuitas (Confira a programação completa abaixo).

Em cena, o diretor Nando Motta usa diversas linguagens cênicas, como o teatro, dança-teatro, instalação, vídeo mapping e cinema para contar a trajetória do personagem durante o período em que a esposa esteve doente, com severa depressão. Todos esses elementos ajudam a construir um relato íntimo desse percurso, em parceria afinada com o cenário assinado por Renato Bolelli e Beto Guilger e a trilha sonora original composta por Barulhista. Todos os elementos se unem para narrar o enfrentamento ao medo e às angústias da situação. Por outro lado, também vai mostrando o cansaço cada vez mais forte do personagem. “As linguagens nos ajudam a trafegar entre a delicadeza poética e a crueza real dos fatos narrados por Nuno Ramos”, revela o diretor.

Delicado e denso ao mesmo tempo, a peça se vale de uma dramaturgia fragmentada e cronologia não linear para tratar de um tempo suspenso para os personagens, com seus pensamentos, dores, divagações e esperanças. Três artistas em cena, Camilo Lélis, Fabiano Persi e Michelle Barreto, dão vida aos personagens Ele, Ela e o Outro (alter ego de Ele e Ela). 

O cenário, composto por um grande espelho d’água com móveis semi-submersos e luminárias de teto inspirados pela frase ‘A beleza da iminência do desastre’ e na instalação Maré Mobília, ambas de autoria de Nuno. “A imagem de um quarto afogado reforça a sensação latente de cansaço”, diz Nando Motta. Outra obra de Nuno que inspirou o cenário foi Casa Inundada, instalação em que o artista afunda, na lama, a casa em que passou sua infância.

Para a construção da trilha sonora, Barulhista capturou sons produzidos pelas falas, corpos e ações dos atores. “O resultado é uma trilha que dialoga diretamente com as cenas e com atores, dão mais vida e organicidade ao trabalho”, conta o diretor. 

Em relação às projeções, que permeiam a encenação, a ideia é lançar o público ainda mais perto da história e trazer possibilidades de interpretação para as cenas. Para isso, são utilizadas imagens do interior de uma casa, gravadas em stopmotion, e desenhos animados. O desenho de luz emprega uma delicada dinâmica de luz e sombra para destacar a dualidade entre os momentos de extrema intimidade do quarto do casal e a aridez de uma sala de espera de hospital.

Os figurinos são assinados pelo premiado figurinista Paolo Mandatti, a iluminação é de Bruno Cerezoli e o material de vídeo é assinado por Hugo Drummond e Pedro Furtado. A preparação corporal é da bailarina Carla Normagna. 

Após doze anos de circulação, para o diretor, 180 dias de inverno segue atual, propondo debates e olhares essenciais para a vida contemporânea. "Ele está mais forte do que nunca. Porque em um mundo cada vez mais excludente e controverso, precisamos sim falar de amor. A toda hora. Mas falar de um amor real, difícil, cansativo, perdido, mas que persiste, para estar sempre junto com quem se ama", finaliza.

SOBRE A COMPANHIA

O Coletivo Binário é um grupo de criação nascido da vontade de buscar um ambiente profícuo para a produção colaborativa e experimental nas artes cênicas. Através de uma ideia comum, o grupo se coloca em diálogo para que artistas de outras linguagens se aproximem e trabalhem com um objetivo único: criar. Um lugar em que “junto e misturado” seja um valor e uma premissa, não uma barreira. Um encontro de vários desejos e vozes criadoras trafegando livremente e passando a ser uma só. 

Fruto dessa inquietação, o grupo desenvolve desde 2011 uma pesquisa sobre "linguagens em trânsito no criar e fazer teatral" que resultou nos espetáculos “Rodolfo e a Crise", “180 Dias de Inverno”, "Do Lado Direito do Hemisfério” e “O que fazer com o resto das árvores?". Estes trabalhos já foram agraciados com mais de 10 prêmios e 20 indicações, tendo se apresentado em 18 festivais e 42 cidades do Brasil, para um público de mais de 300.000 pessoas.

SINOPSE

180 Dias de Inverno narra os seis meses que Nuno Ramos passou cuidando de Sandra, sua esposa, uma mulher acometida por uma grave doença. O relato poético e apaixonado acompanha um homem em sua batalha diária para salvar sua esposa e a si mesmo desse inimigo invisível. O espetáculo traz referências de Dança-teatro, Vídeo-arte, Instalação, Música Experimental, Cinema (stop motion e desenho animado) e teatro pós-dramático para mostrar, de forma crua e ao mesmo tempo delicada, a iminência de um desastre na vida de um casal. 

FICHA TÉCNICA

Diretor: Nando Motta
Dramaturgo: Antonio Hildebrando
Texto: Nuno Ramos (livremente adaptado do texto Minha Fantasma)
Elenco: Camilo Lélis, Fabiano Persi e Michelle Barreto
Cenógrafos: Renato Bolelli e Beto Guilger
Cenotécnico: Nenê Pais
Figurinista: Paolo Mandatti
Trilha sonora original: Barulhista
Preparação corporal e coreografia original: Carla Normagna
Criação de luz: Bruno Cerezoli
Operação de vídeo projeções e som: Nando Motta
Vídeos/projeção: Hugo Drummond e Pedro Furtado
Fotos: Samuel Mendes
Vídeo Registro: La Caffetteria Produções (Ronaldo Jannotti)
Assessoria de imprensa: Canal Aberto – Márcia Marques, Daniele Valério e Flávia Fontes
Designer e coordenação de redes sociais: NM Design
Produtora Executiva: Sorella Produções e Coletivo Binário
Coordenação de projeto e produção: Nando Motta
Gestão financeira e de projeto: Larissa Biasolli e Cristiane Taguchi
Produção: Sorella Produções e Coletivo Binário
Apoio Cultural: Fundação Cultural Cassiano Ricardo e Prefeitura de São José dos Campos

Realização: Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativas

Projeto realizado com os benefícios do edital Proac 2022 - #02 Circulação - Projeto nº 02/2022-1654.1072.9956 - 180 Dias de Inverno em SP


SERVIÇO

180 Dias de Inverno

Duração: 60 min. | Classificação: 14 anos | Gênero: Drama contemporâneo


Presidente Prudente

Local: Teatro Paulo Roberto Lisboa

R. Quintino Bocaiúva, 749 - Vila Marcondes, Pres. Prudente - SP

Dias: 1º, 02 e 03 de novembro de 2023 | quarta, quinta e sexta, 20h;

Ingressos: Gratuito retirados online no site: www.coletivobinario.com.br ou 30 minutos antes de cada apresentação. Sujeito à lotação do espaço.

Capacidade: 500 lugares

Informações: www.coletivobinario.com.br ou (18) 3907-7373 (teatro)


Ensaio aberto para alunos de escolas públicas
Dia 1º de novembro de 2023, 15h às 17h (fechado para escolas)


Oficina Cena Digital:
Dias: 02 e 03 de novembro, das 10h às 13h

Local: Teatro Paulo Roberto Lisboa - R. Quintino Bocaiúva, 749 - Vila Marcondes, Pres. Prudente - SP

Inscrições pelo site www.coletivobinario.com.br a partir do dia 23 outubro.

Professor: Nando Motta

Carga horária:  02 dias (03 horas por dia)

Vagas: 20 participantes

Público Alvo: Jovens e adultos. Profissionais, professores e estudantes de teatro.  

Material necessário para o aluno: Roupas pretas ou brancas sem estampas, celular com câmera (se possível).


sexta-feira, 29 de setembro de 2023

Galpão da Lua realiza oitava edição do Som da Casa

Apresentando uma diversidade de estilos musicais, com três grupos, o evento acontece neste sábado, dia 30, a partir das 17h, em frente ao Galpão da Lua

Chegou a hora de dançar, encontrar as pessoas amigas e curtir música de muita qualidade, o Som da Casa está de volta, com a sua oitava edição e contará com uma programação bastante diversa, com Blues, Pop e um sambão de primeira para dar boas-vindas a primavera. Participarão: Elephant Blue, Pop do Muca e Grupo Só no Olhar

Elephant Blue é uma banda de Rock, Power Trio, de Baixo, Bateria e Guitarra que toca clássicos conhecidos (e outros nem tanto) do Blues, Soul e Funk nacionais e importados. Tudo com uma identidade autoral bem forte e bastante swing.

Foto - Gasalucinação

Foto de Gustavo Santos




Pop do Muca é o projeto do músico Samuel Lima (Muca) que é baixista, compositor e cantor, natural de Presidente Prudente. Com a participação de Laerte Lima, na guitarra, e Daniel Mazini, na bateria, o Pop do Muca transita entre vários gêneros musicais, como MPB, baião, samba, sertanejo, soul music, pop rock, jazz, entre outros.





Já o Só no Olhar é um grupo de samba e pagode, com uma jornada musical que atravessa gerações e estilos em formato de samba. Em suas apresentações ao vivo, o grupo busca sempre inovar e agregar novos elementos e possibilidades aos arranjos, dando vida e personalidade aos clássicos. Com Esther no vocal, Helber no tantan e chocalho, Kaio no cavaquinho e banjo, Guilherme no surdo e pandeiro e Anni no Reco-reco e tamborim, Só no Olhar vai garantir um samba de primeira.

Foto de Gasalucinação

Como em todas as atividades do Galpão da Lua, o evento acontece ao ar livre e é de graça. Mas o público poderá contribuir no chapéu. Especialmente nesse evento, será lançada a campanha de conscientização e valorização dos artistas chamando todos a colaborar no chapéu, com qualquer valor.

O "Som da Casa" foi criado em 2014 como um espaço para grupos e artistas da música compartilharem seus trabalhos com o público do Galpão da Lua, e desde então tem atuado no estímulo à formação de público e na importante missão de difundir o trabalho de artistas que se dedicam à construção de obras às mais diversas, clássicas, autorais e experimentais. O objetivo é também promover encontros e construir um circuito independente capaz de agregar essa diversidade criando novas possibilidades artística promovidas pela música e a valorização dos artistas. 

Arte gráfica Mateus Ubigae



SERVIÇO

Dia 30/09 - Sábado - A partir das 17h
Som da Casa
Local:
Galpão da Lua
Endereço: Rua: Júlio Tiezzi, 130 - Centro