quinta-feira, 30 de abril de 2015

Mágico Internacional se apresenta no Parque do Povo

A Federação Prudentina de Teatro e Artes Integradas-FPTAI, trás neste domingo (3), ás 17h, para o Parque do Povo de Presidente Prudente o Show do Mágico Tomas Koldunov.                                                                               A apresentação é gratuita!                                                                                                                 O Show do Mágico Tomas é um espetáculo para todas as idades, a apresentação é dinâmica, viva, com mágicas espetaculares. Tomas escapa de amarras, tira coelhos da cartola, pombos, enfia espadas no pescoço, engole coisas impressionantes.

O público faz parte do espetáculo, muitas vezes apresentando junto ao artista, assim quebrando a rotina do mágico tradicional. As pessoas ajudam e até fazem as mágicas, uma pessoa comum ao lado de Tomas é capaz de fazer um pombo aparecer, de achar objetos em seu próprio corpo.

Um grande diferencial desta apresentação é que Tomas além, de mágico é palhaço, em seu show naturalmente tem grandes momentos cômicos, é um espetáculo muito agradável, o sentimento para o público é de espanto com as mágicas e de grandes gargalhadas com as cenas e sacadas do artista.
Sobre o Mágico Tomas:

Natural de Buenos Aires o mágico Tomas Koldunov, iniciou-se com 14 anos de idade na Escola de ilusionismo “Buenos Aires Mágico”, com diversas apresentações em teatros, clubes, festas, eventos, inaugurações, parques e hospitais.                                                                                                                                                                     Tomas está no Brasil desde 2006 e já percorreu centenas de cidades de diversos estados do país.                                                                                                                                                                                         Ao longo desses anos já passou por Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Parana, Minas Gerais, Bahia e Rio Grande do Sul.
Segundo ele se sente brasileiro, gosta muito das pessoas e não se vê morando em outro lugar.

Serviço:
Quando? 03 de maio - Às 17h
Oquê? Espetáculo: Show de mágicas com Tomas Koldunov
Onde? Parque do Povo Próximo dos quiosques da rua 11 de maio


sexta-feira, 17 de abril de 2015

Galpão da Lua recebe espetáculo premiado


Grupo de Suzano (SP) encena “Curra - Temperos Sobre Medéia”.
Duas oficinas também serão realizadas. Atividades são gratuitas.

O espetáculo premiado “Curra - Temperos Sobre Medéia”, será apresentado neste sábado (25), pelo Grupo Contadores de Mentira, de Suzano (SP), no Galpão da Lua (FPTAI), em Presidente Prudente. O encontro é gratuito e está marcado para as 20h.
Além do espetáculo o grupo de Suzano ministrará duas oficinas: “Toques de Tambores”, a partir das 14h do sábado (25) e “Culinária Africana”, com início às 10h30 do domingo (26). As vagas para as oficinas são limitadas e as inscrições podem ser solicitadas no local ou pelo e-mail: producaofederacao@gmail.com

A encenação bebe nas fontes do Teatro Oriental, dos Festejos populares, das danças rituais e dos rituais Orixás do Candomblé. O espetáculo é tratado como um terreiro, uma celebração que convida o público para experimentações sensoriais e gustativas. 



Os cheiros, o batuque alucinógeno, a comida servida cria um ambiente festivo para celebração do mito de Medéia. Assim como no candomblé, os atores estão à serviço de um Orixá e de um teatro de celebração. Estão lá como ofício da fé e da representação. O ponto de ligação entre a cultura grega e seus rituais, bem como o aspecto tratado no espetáculo está justamente na celebração ritual. 

Um banquete é preparado durante toda a encenação e servido à plateia, regado a vinho e cachaça. Este embebedar e a gula antropofágica ritualizam a encenação. 
Convidados da Cultura Afro Brasileira realizam demonstrações (dança, música, Interpretação, etc.) 

A celebração também ocorre com a presença de uma “Equede”, que no Candomblé exerce funções de hierarquia. Dentro do ritual ela ocupa Função feminina. Ela é escolhida pelo orixá para representá-lo. Sendo sua segunda pessoa, está envolvida em todas as liturgias fundamentais na comunidade, exercendo uma inquestionável autoridade. 
“Curra-Temperos Sobre Medéia” rendeu ao grupo a indicação de Grupo Revelação no Prêmio CPT 2011, da Cooperativa Paulista de Teatro, além do convite pelo programa Teatro e Circunstância da SESC TV, com o título de “Entre Dionísios e Oloruns”. Foi, ainda, representante brasileiro do Circuito de Teatro Português em 2012, com grupos de Portugal, Moçambique, Angola e Cabo Verde. O espetáculo também foi o representante brasileiro no Circuito de Teatro em Português 2012, com grupos de Angola.


Grupo
O Grupo Contadores de Mentira, que “empresta” seu nome a uma instituição, surgiu em 1995 em Suzano, região do Alto Tietê, onde desde 2013 mantém, ainda, a sede física do “Teatro Contadores de Mentira”
Mais informações no site: http://www.contadoresdementira.com.br/

SERVIÇO
Espetáculo
O que: Curra - Temperos Sobre Medéia.
Quando: 25 de abril, às 20h 
Onde: No Galpão da Lua (FPTAI) Rua joão caseiro 65 – Vila Brasil
Duração: 80 minutos
Classificação: 14 anos

Oficinas:
O que: Toques de Tambores
Quando: 25 de abril às 14 horas
Onde:  Galpão da Lua
O que: Culinária Africana 
Quando: dia 26 de abril às 10h30
Onde: Galpão da Lua

Ficha Técnica:
Direção e Dramaturgia: Cleiton Pereira
Atuadores: Arnaldo dos Anjos, Cleiton Pereira, Daniele Santana, Jô Freitas, Narany Mireya
Cozinheira “Equede": Soraia Amorim
Direção e Criação Musical: Michael Meyson
Música ao vivo: Michael Meyson
Iluminação: Matheus Borges
Designer Gráfico: Daniele Santana
Produção: Cleiton Pereira, Daniele Santana e Cleiton Pereira
Assistência de Produção: Matheus Borges e Samuel Vital
Comunicação: Arnaldo dos Anjos e Daniele Santana 

Assistência de Produção: Matheus Borges e Samuel Vital

terça-feira, 10 de março de 2015

Para 'Justiça' Militar, assassinato não é crime.



Com muita luta e exposição pública, depois de um mês do assassinato de Lua Barbosa, vítima de um tiro disparado por um cabo da polícia militar, dia 27 de junho de 2014, conseguimos que fosse instaurado inquérito na Polícia Civil. Acompanhamos o trabalho sério do delegado Matheus Nagano, da Delegacia de Investigações Gerais – DIG, na condução do inquérito. Assistimos à versão do cabo, autor do disparo, ser desmontada na reconstituição do crime, solicitada pelo advogado Dr. Rodrigo Arteiro, bem como nos depoimentos das testemunhas. Vimos provas técnicas esclarecerem que o disparo não foi acidental, fazendo o policial mudar sua versão de que a arma disparou sozinha. Ouvimos a própria Policia Militar reconhecer que a conduta do policial foi inadequada a uma blitz de trânsito. Vimos o Ministério Público fazer a denúncia do crime de homicídio com dolo eventual (onde assume-se o risco de causar a morte) à Vara do Tribunal do Júri de Presidente Prudente, e a mesma aceita-la. 
Diante das provas e fatos citados, esperava-se que a Justiça Militar do Estado de São Paulo acatasse a decisão de remeter o processo à Vara do Tribunal do Júri. Lamentavelmente, isso não se fez. Ao contrário, a ‘Justiça’ Militar continuou e, então, concluiu um processo de homicídio culposo (sem intenção de matar), do qual o cabo autor do disparo foi absolvido, em sentença publicada no último dia 5 de março. Ou seja, para a ‘Justiça’ Militar não houve homicídio, ainda que sem intenção de matar, ou se houve, não foi o cabo autor do disparo quem matou! Uma sentença que contraria a própria natureza dos fatos.
A sentença, escrita e assinada pelo Juiz de Direito da Justiça Militar José Álvaro de Lima, é patética, cínica, absurda, contraditória; desprovida de bom senso, de consideração à vida, de respeito à vítima e seus familiares. Uma decisão arbitrária e autoritária, baseada na versão infundada da Polícia Militar e sobre a qual, ademais, pesam denúncias de adulteração e ocultação de provas, denúncias essas que ainda precisam ser investigadas. A ‘Justiça’ Militar desprezou todas as provas e evidências do inquérito da DIG; desprezou a denúncia do Ministério Público.
Esperamos, agora, que o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) anule a sentença proferida pela ‘Justiça’ Militar, e dê competência à Vara do Tribunal do Júri para julgar o caso.
Também esperamos que as Corregedorias das Polícias do Estado de São Paulo respondam imediatamente às denuncias de adulteração e ocultação de provas, quais sejam: a de que não foi realizada perícia para constatar se a marca produzida no capacete é compatível com a suposta coronhada apresentada na versão do cabo autor do disparo ou se foi produzida posteriormente à apreensão do mesmo. O capacete segue apreendido pela ‘Justiça’ Militar, inacessível mesmo à Polícia Civil, a qual só obteve acesso a imagens do mesmo. E ainda não foram investigadas as denúncias de que policiais militares, logo após o crime, foram até a Empresa Andorinha (situada em frente ao local do crime) e levaram as imagens de uma câmera de segurança que, aliás, também foi imediatamente arrancada do local onde estava fixada.
A decisão da ‘Justiça’ Militar não contribui em nada para o esclarecimento e a redução dos crimes cometidos por policiais militares, cujas estatísticas alarmantes têm sido mais amplamente divulgadas. Muito ao contrário, a ‘Justiça’ Militar dá carta branca, legitima e até facilita para que esses crimes continuem acontecendo impunemente.
 
Justiça igual para todos pede o fim da Justiça Militar!
Amigos e Familiares de Lua Barbosa